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9 de jun. de 2011

V ENCONTRO DO CURSO DE LETRAS EM BREVES - 27 a 30 de julho

V ENCONTRO DO CURSO DE LETRAS EM BREVES - 27 a 30 de julho

"MARGENS E FRONTEIRAS IDENTITÁRIAS DO MARAJÓ”: INTERCÂMBIOS CULTURAIS, MÚLTIPLOS SABERES E PRÁTICAS EDUCATIVAS PARA A FORMAÇÃO DO EDUCADOR EM LÍNGUA, ARTE E LITERATURA

Mande o seu trabalho. Melhores informações, no blog

3 de jun. de 2011

Oposição de Esquerda garantiu 61% dos delegados para representar a UFPA no 52º CONUNE


             As eleições para escolher @s delegad@s que irão representar a UFPA no 52º CONUNE (julho/2011 - Goiania/GO) ocorreram no dia 02/06/11 e a Oposição de Esquerda saiu numa chapa unificada com o nome "Um convite à luta" Chapa 2, senda esta compostas pelos seguintes setores: Romper o Dia!, Vamos à luta e Consulta Popular, garantindo assim, 61% destes delegados para fortalecer o Movimento Estudantil e a luta.

1 de jun. de 2011

Tribunal de Contas investigará desperdício com kit anti-homofobia

Em nota ele diz que "pode ter ocorrido (desperdício) quando o governo desistiu de distribuir os kits às escolas, conforme informações veiculadas pela imprensa. Diante desse quadro, o Tribunal pode e deve agir, cobrando explicações dos responsáveis acerca dos gastos efetuados com a elaboração do material". Ele pede diligências para saber da forma de contratação e valor total gasto até o momento. A iniciativa foi proposta pelo atual ministro-relator das contas do MEC, José Jorge. Segundo ele, o TCU não deve fazer considerações sobre o conteúdo do material, composto por vídeos para exibição nas instituições de ensino, mas tem obrigação de fiscalizar o custo.  “A escolha da política pública deve ficar sob a responsabilidade do Congresso Nacional e do Poder Executivo”, frisou, completando que "situação distinta ocorre se houver desperdício de recurso público".
Na terça, o ministro da Educação, Fernando Haddad, disse no Senado que os kits poderão ser reformulados para que, além da homofobia, combatam outros preconceitos. Na semana anterior, afirmou também que a reformulação do material, após suspensão a pedido da presidenta Dilma Rousseff, não implicaria em mais custos.

5 de mai. de 2011

: :Representantes da comunidade acadêmica discutem medidas de segurança na UFPA

 



 

 

 

  

 

 

 

Um grupo formado por representantes do Diretório Central dos Estudantes (DCE), comissões de formatura e da segurança do Campus da Universidade Federal do Pará (UFPA) vai passar a acompanhar, desde o planejamento até o encerramento, as festas promovidas no Espaço Recreativo do Vadião, localizado no Campus da Universidade, no bairro Guamá, em Belém. A proposta foi feita pelo reitor Carlos Maneschy nesta quarta-feira, 4, em reunião com representantes da Administração Superior, docentes, técnicos e representantes do DCE, no auditório da Secretaria Geral da Reitoria. A ação começa a valer de imediato. O encontro foi solicitado pelo DCE e teve como pauta a questão da segurança do Campus Universitário do Guamá, principalmente nos dias de festas, que acontecem às quintas e sextas-feiras. 

Entre as medidas que ficaram definidas, estão o reforço no aparato de segurança nesses dois dias, a proibição de aparelhagens de som e a criação de uma comissão composta por representantes do DCE a qual atue em conjunto com a administração do Campus nas ações de segurança. “A reunião não era deliberativa, era apenas uma conversa, mas, ainda assim, conseguimos estabelecer algumas ações objetivas e práticas que vão ajudar a melhorar o problema da insegurança na Universidade”, afirmou o reitor da UFPA, Carlos Maneschy, ressaltando que as medidas de segurança devem ser pensadas “como um compromisso e uma responsabilidade de todos, e não apenas da Administração Superior, porque é um problema que atormenta toda a comunidade acadêmica.”

O diretor de Interiorização do DCE, Rodrigo Queiroz, também considerou a reunião positiva. “Agora, a comissão vai estar mais próxima para intervir na melhoria da utilização dos espaços. Vamos verificar de que forma a gente pode trabalhar não só a segurança dentro do Campus, mas também fora dele.”

Outro encaminhamento da reunião foi a construção de um plano de segurança permanente para o Campus, o qual deverá ser discutido entre os representantes do movimento estudantil e a direção da segurança da Universidade.

Também participaram do encontro os pró-reitores de Planejamento (Proplan), Erick Pedreira; de Pesquisa e Pós-Graduação (Propesp), Emmanuel Tourinho; de Extensão (Proex), Fernando Arthur Neves; de Administração, Edson Ortiz, além do diretor de Segurança, Paulo Sette Câmara Filho; e da diretora geral da Adufpa, professora Rosimê Meguins.

Texto: Ericka Pinto – Assessoria de Comunicação da UFPA
Foto: Karol Khaled

29 de abr. de 2011

Ato UFCSPA Ficha Limpa!

                                                 

O que acontece na UFCSPA ?

O Movimento UFCSPA Ficha Limpa nasceu para juntar todos os estudantes, técnicos administrativos e professores que não aceitam mais o reinado de Miriam. Uma iniciativa na defesa da nossa Universidade, que não pode ter sua imagem destruída pelas ações criminosas de uma pessoa. A Ré(itora) Miriam foi condenada pela Justiça Federal a mais de 8 anos de detenção e pagamento de indenização à UFCSPA de R$ 10 mil reais, além de 10 dias-multa no valor de 5 salários mínimos. Ela foi denunciada pelo Ministério Público por fracionamento e dispensa irregular de licitação em 47 ocasiões, além de direcionar o processo licitatório em duas ocasiões. Miriam foi condenada pela juíza federal na primeira instância e ainda pode recorrer, mas entendemos que sendo ré do processo, não tem mais condições morais e políticas para continuar exercendo o cargo de Reitora. Além disso, por ser investigada, não pode ficar em contato com as evidências e testemunhas.

Exigimos o imediato afastamento de Miriam da UFCSPA e explicações da universidade à comunidade acadêmica!

Defender a UFCSPA é ser contra a corrupção! Defender a UFCSPA é exigir transparência! Defender a UFCSPA é ser UFCSPA Ficha Limpa!



Ato UFCSPA Ficha Limpa!
Dia: 29/04 ;  Hora: 12h
Local: Escadaria da UFCSPA



28 de abr. de 2011

Nenhum direito a menos no transporte público de Santarém!

por Ib Sales Tapajós (*)


Recentemente os veículos de comunicação de Santarém noticiaram que os empresários do transporte coletivo da cidade negociam com a Prefeitura Municipal de Santarém um reajuste da tarifa de ônibus. Mais uma vez a proposta do reajuste tarifário foi feita na esteira da campanha salarial do Sindicato dos Rodoviários, que este ano pedem 12% de aumento em seus salários, além de outros benefícios.
O Sindicato das Empresas do Transporte Coletivo de Santarém (SETRANS) alega que só poderá reajustar os salários dos trabalhadores caso o poder público municipal majore o preço da passagem do transporte público coletivo. Além do mais, os empresários alegam que o preço da tarifa de Santarém está defasado, devido à elevação das despesas necessárias à operacionalização do serviço.
Até aí nenhuma novidade. Os empresários sempre usaram esses argumentos em todos os anos que exigiram da prefeitura aumento do valor da passagem de ônibus. Porém, este ano o SETRANS escolheu um novo alvo central: a tarifa paga pelos estudantes de Santarém, atualmente no valor de R$ 0,65.
Vale lembrar que a meia-passagem estudantil foi congelada pela Prefeitura de Santarém em 2008, ano em que a tarifa integral passou de R$ 1,30 para R$ 1,50, sendo mantida a tarifa dos estudantes em R$ 0,65. Em 2009, novamente o preço da passagem aumentou, dessa vez para R$ 1,70, e o preço da tarifa estudantil permaneceu o mesmo.
Longe de representar um “presente” da prefeita Maria do Carmo, o congelamento da meia-passagem dos estudantes significou uma grande conquista do movimento estudantil santareno, que durante vários anos foi às ruas para repudiar os sucessivos reajustes tarifários, decretados pela prefeita sem nenhuma contrapartida na prestação do serviço, isto é, sem nenhuma melhoria efetiva no transporte público do município.

Desta forma, o que este ano os empresários de ônibus tentam derrubar não é pouca coisa: trata-se de uma das principais conquistas alcançadas pelos estudantes na história recente de Santarém.
O congelamento tarifário foi fruto do esforço coletivo de centenas de estudantes, universitários e secundaristas, que se levantaram contra as mazelas de um serviço de transporte extremamente precário, que conta com veículos sucateados, linhas mal-planejadas, frota insuficiente frente à demanda da população, etc. E, o que é pior, um serviço caro, inacessível a uma expressiva parcela do povo santareno, cuja renda por vezes não dá conta de arcar com R$ 1,70 por uma passagem de ônibus.
Sendo assim, é imprescindível que o acesso dos estudantes ao transporte coletivo seja barateado ao máximo, a fim de que possam eles se deslocar com facilidade não apenas para suas escolas/universidades, mas também para estabelecimentos culturais, esportivos, recreativos, tendo em vista a concepção moderna de educação como um processo de formação integral, que não se resume à sala de aula.
Em 2008, os estudantes santarenos conseguiram uma importante, mas limitada vitória. Limitada porque ainda há muito por conquistar. Vários municípios brasileiros já instituíram o passe livre estudantil, a exemplo de Brasília (DF), Suzano (SP) e Vitória (ES).
No ano de 2005, os estudantes de Florianópolis (SC), protagonistas da famosa Revolta da Catraca, conquistaram o direito ao passe livre, que posteriormente foi negado em virtude de uma manobra dos vereadores. Mesmo assim, o Movimento Passe Livre (MPL) seguiu firme em Florianópolis e em vários outros municípios, como Porto Alegre, São Paulo e Salvador.
Em Santarém, o movimento estudantil deve levantar decididamente a bandeira do passe livre, para que todos os estudantes deste município tenham acesso garantido ao transporte coletivo, sem que isso comprometa a sua renda familiar.
Sendo assim, a proposta dos empresários de ônibus de Santarém de cancelar o congelamento da meia-estudantil reveste-se de um caráter claramente reacionário, porquanto visa retroceder em conquistas sociais alcançadas por intermédio da luta histórica dos estudantes santarenos.
Nossa entidade, a UES, foi parte fundamental do processo de luta que culminou no congelamento da meia-passagem. Não aceitaremos qualquer ataque ao nosso direito historicamente conquistado. Voltaremos com força às ruas para barrar esse indicativo de aumento da tarifa de ônibus. Contaremos para isso com estudantes (universitários e secundaristas), sindicatos, associações de moradores, movimentos sociais e todos aqueles que não querem ver a história andar para trás.
Nenhum direito a menos! Às ruas, estudantes de Santarém!

* É coordenador geral da União dos Estudantes de Ensino Superior de Santarém (UES)

19 de abr. de 2011

EPEPE - Encontro Paraense dos Estudantes de Pedagogia

EPEPE - Encontro Paraense dos Estudantes de Pedagogia




 Tema:"Trabalho e Educação: a formãção do pedagogo em questão"
 De 23 a 26 de Junho de 2011
 Local: Altamira(UFPA) acessem o blog:http://epepealtamira.blogspot.com/ maiores informações em breve...

17 de abr. de 2011

Rede Emancipa de Cursinhos Populares: educação de qualidade e inclusão social juntas!

A Rede Emancipa é um movimento social de cursinhos pré-universitários populares que luta pelo direito à universidade para todos, principalmente para o estudante da escola pública. O movimento é construído pelos professores e estudantes, através das aulas regulares e mobilizações em defesa da educação.
Fundada na cidade de São Paulo em 2007, a Rede Emancipa começa 2011 com doze cursinhos no estado de São Paulo e inaugurando unidades em Porto Alegre (RS), Distrito Federal e Belém(PA), proporcionando mais de 1300 vagas para alunos.
Com uma equipe de mais de 150 professores e coordenadores, construímos um projeto político pedagógico que vai além do ensino para o vestibular. Trabalhamos com o potencial emancipador da educação, do que está presente cotidiano e na vida do estudante, e para ampliar e diversificar seu universo cultural. O cursinho é local onde os alunos compartilham e constroem conhecimentos que enriquecem suas visões de mundo e os instigam a serem sujeitos sociais ativos e criativos na sociedade.
Organizamos a Rede Emancipa não apenas para ser parte do projeto individual de cada um, mas como uma alternativa de construção de um projeto coletivo, que defende uma verdadeira democratização do acesso à universidade e a educação pública, gratuita e de qualidade. Assim, nossa preocupação não se limita àqueles jovens que serão aprovados no vestibular, se estende também aos que não serão. Nesse projeto se engajam professores, alunos e ex-alunos universitários!

Educação é cultura e não está só na sala de aula! Veja como trabalhamos:


Aulas em classe: cada cursinho organiza uma grade de matérias que contempla o conteúdo do vestibular. A maioria dos cursinhos funciona ou de sábado, ou de domingo, em período integral. O Cursinho da USP, de Porto Alegre  funcionarão durante a semana.
Um Dia na USP: reunimos os alunos de São Paulo para conhecerem a USP. Realizamos aula sobre a universidade e as profissões e visitas às faculdades e museus da universidade. Em 2010, o Dia na USP reuniu de mais de 250 alunos e 30 professores.
Emancipa no Cinema: reunimos cerca de 200 alunos e professores numa sala de cinema e organizamos a exibição de um filme e uma mesa de debates com presença intelectuais. O Emancipa no Cinema ocorreu no Espaço Unibanco em 2007, 2008 e 2009.
Estudos do Meio: excursões de cada cursinho em que a turma visita e tem aula em locais históricos ou culturais. Bons exemplos são: em 2008 e 2009, Paranapiacaba; em 2009, Pico do Jaraguá; em 2010, Museu do Ipiranga, Museu de Zoologia, Museu da Língua Portuguesa e Espaço Cultural Catavento.

Cursinho Popular em belém:

Com o mesmo objetivo dos Cursinhos Populares da Rede Emancipa, de São Paulo, o Cursinho Popular em Belém desenvolverá sua primeira turma na Escola Amilcar Alves Tupiassú, no bairro da Cremação.
As aulas terão início em maio com duas turmas. O objetivo dos organizadores é o de abrir mais turmas na escola e posteriormente abrir outros cursinhos  na cremação e nos demais bairros da grande Belém.

Fiquem ligados nas datas:

19 e 20/04- Divulgação na Feira da Cremação
25,26 e 27/04 - Divulgação nas escolas do Bairro.
28 e 29/04- Inscrições na Escola Amilcar, às 18h.

Dia 14/05 - Aula Inaugural.

Protestos e Mais Protestos Contra a Reitoria da UFOPA

A Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA) tem sido palco nos últimos tempos de acontencimentos ora marcantes, ora inesperados e até mesmo hilários. Por conta de um ato público do movimento estudantil ocorrido durante a aula magna da instituição no dia 18 de março, o Reitor pró-tempore José Seixas Lorenço baixou 3 portarias ameaçando punir estudantes, professores e técnicos que participaram da manifestação.
Após receber enorme pressão do movimento estudantil e da sociedade civil organizada*, que repudiaram publicamente a repressão política instalada na Universidade, o Reitor divulgou uma Carta aberta aos alunos da UFOPA afirmando que nenhum estudante será punido, pois os processos possuem apenas "caráter pedagógico e educativo, sem nenhuma intenção repressora ou punitiva" - declaração que, visivelmente, contradiz todas as declarações e documentos da Administração Superior divulgados logo após a manifestação do dia 18.
No entanto, o recuo efetuado pela Reitoria não passou nem perto de desmobilizar o movimento estudantil, que foi às ruas novamente na última sexta-feira, dia 15 de abril, protestar contra os processos administrativos e a favor de uma profunda democratização da UFOPA. O ato público, que contou com aproximadamente 150 pessoas, partiu do hotel Amazônia Boulevard [batizado pelos estudantes de campus-hotel] e seguiu rumo ao prédio da Reitoria da Universidade, localizado no campus 1.
A intenção dos manifestantes era realizar uma audiência com representantes da Administração Superior para exigir a imediata extinção de todos os processos. Porém, mesmo tendo eles chegado ao campus 1 no horário de expediente (por volta das 17:30 horas), nenhum representante da Reitoria se fazia presente na Universidade. Informantes do DCE afirmaram que o Sr Seixas já tinha pegado avião rumo à Brasília no início da tarde. 
Como forma de repudiar a ausência e o autoritarismo do Reitor Seixas Lourenço, os estudantes elegeram de maneira simbólica um novo 'Reitor' para a UFOPA: o pinto Frangolino, que vem participando das manifestações e atividades do DCE desde o dia da aula magna, tendo provocado a ira do corpo dirigente da universidade, mas ganhado a simpatia da grande massa estudantil. Como vice-reitor simbólico, foi eleito um estudante fantasiado de palhaço.
Também de forma simbólica, os manifestantes queimaram cópias das portarias e notificações dos processos administrativos que pesam sobre mais de 40 estudantes, sobre um professor e que pesará sobre alguns técnicos, cuja quantidade ainda é desconhecida. [De acordo com a última declaração do Reitor, apenas funcionários e professores receberão punição da Direção da Universidade].
Logo após, teve início uma grande Assembléia da comunidade acadêmica da UFOPA, que discutiu os rumos do movimento de luta por democracia na instituição. Presidida pelo novo 'Reitor' da Universidade, o pinto Frangolino, a Assembléia contou com a intervenção de vários professores que repudiaram o autoritarismo reinante na UFOPA com a gestão Seixas. O modelo acadêmico de ciclos adotado este ano pela Universidade também foi tema de discussão na Assembléia.
Mais uma vez o movimento estudantil deu um show de democracia à Universidade e à própria sociedade santarena. E os diretores do DCE/UFOPA deixam claro que as manifestações continuarão, enquanto perdurarem os processos contra estudantes, professores e técnicos e enquanto não for instalado na UFOPA um processo democrático pleno, com eleições diretas para Reitoria e Conselhos deliberativos que contemplem de maneira paritária as 3 categorias comunidade universitária.
A campanha por um regime democrático na UFOPA vem mostrando cada vez mais força e mobilizando cada vez mais pessoas e instituições. Na próxima semana, o DCE organizará um "twitaço" exigindo  #ForaSeixas, bem como um abaixo-assinado em repúdio ao autoritarismo do Reitor Seixas Lourenço.
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*Até mesmo a vice-reitora Raimunda Monteiro tirou a sua ‘casquinha’, divulgando uma Mensagem à comunidade acadêmica em que critica a falta de democracia da atual gestão.
** Fotografias: Romulo Serique e Ramon Santos.

Postado  no Blogger UES - União dos Estudantes de Ensino Superior de Santarém em 4/16/2011 08:23:00 PM