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10 de out. de 2011

Vamos Juntos!


foto



Ainda aqui estamos esperando explicações...
Ainda estamos aqui esperando respostas...
Somos JOVENS, estamos INDIGNADOS

Esperamos explicações...
Esperamos respostas...
Esperamos mudança...
Mas a mudança não veio...
O que vamos fazer?


Ainda aqui estamos esperando explicações...
Ainda estamos aqui esperando respostas...
Somos JOVENS, estamos INDIGNADOS

Vamos ficar parados?
Vamos nos acomodar?
Vamos ficar sentados em casa como meros espectadores de nossas vidas?
Meu irmão esta sem escola e sua filha sem faculdade
Nossos idosos estão sendo esquecidos
Vamos ficar aqui parados?

Ainda aqui estamos esperando explicações...
Ainda estamos aqui esperando respostas...
Somos JOVENS, estamos INDIGNADOS

Agora BASTA cansei de esperar e você?
Vamos JUNTOS escrever nossa história!
Pois não vou mais ficar aqui esperando explicações
Não vou mais ficar aqui esperando resposta
Se somos JOVENS e estamos INDIGNADOS
Então vamos lá #TOMARasRUAS!

4 de jul. de 2011

Uma menina rebelde ou uma jovem guerreira?


Nesses últimos dias tenho pensando muito em uma pessoa pela qual tenho muita admiração . Poderia descrevê-la dizendo muitos dos cargos e das lutas que ela tem travado na Universidade Federal do Pará (UFPa) e também na nossa sociedade arrasada por tanta corrupção, mas prefiro descrevê-la como uma querida amiga.
A Aline Santana não é uma “MENINA REBELDE” e sim uma jovem consciente de seu papel e detentora de um poder muito grande de mobilização social. É construtora de uma sociedade mais justa. Tenho muito orgulho de dizer: “EU CONHEÇO A ALINE SANTANA” e mais... Sou uma grande fã. 

Minha querida “Há muitas primaveras que ainda não nasceram”, conte comigo sempre!

9 de jun. de 2011

V ENCONTRO DO CURSO DE LETRAS EM BREVES - 27 a 30 de julho

V ENCONTRO DO CURSO DE LETRAS EM BREVES - 27 a 30 de julho

"MARGENS E FRONTEIRAS IDENTITÁRIAS DO MARAJÓ”: INTERCÂMBIOS CULTURAIS, MÚLTIPLOS SABERES E PRÁTICAS EDUCATIVAS PARA A FORMAÇÃO DO EDUCADOR EM LÍNGUA, ARTE E LITERATURA

Mande o seu trabalho. Melhores informações, no blog

7 de jun. de 2011

Quadrilha da ALEPA - CPI JÁ!


Participeem...

A luta das mulheres muda o mundo!

No blog Juntas! A luta das mulheres muda o mundo:


Por Giulia Tadini*
Antes das Revoluções Árabes qual era a nossa visão sobre as mulheres mulçumanas? Lembramo-nos da Jade em “O Clone” fugindo de um casamento arranjado e da burca, ou então pensamos nas odaliscas em algum harém imaginário. Para além disso, costumamos explicitar as opressões que sofrem as mulheres mulçumanas, muitas vezes fazendo extensos debates sobre seus costumes, enquanto escondemos o quanto nós, “as ocidentais”, também somos oprimidas diariamente.
Mas, se isso é de fato verdade, onde estavam as mulheres que hoje estão nas ruas do Oriente Médio tendo papel protagonista nas Revoluções Árabes? Naomi Wolf em artigo na Al Jazeera [1] fala em uma revolução feminista no mundo árabe, na qual as mulheres transcendem os papéis rígidos de gênero e assumem posições de liderança nas manifestações. Após décadas, houve, neste ano, um 8 de março no mundo árabe.
Essa foto mostra estudantes que protestavam durante uma manifestação em frente ao edifício da principal da Universidade no Cairo para exigir a renúncia do reitor [2]. Nela podemos ver que em nada as mulheres do Egito correspondem ao estereótipo que temos delas. São mulheres lutando contra ditaduras, ocupando as ruas e praças e transformando sua realidade. São exemplos para as mulheres do mundo todo.
“As mulheres do Egito não só ‘se somam’ aos protestos, mas tem sido uma força destacada da evolução cultural que as tornou indispensáveis. E o que vale para o caso do Egito, pode se dizer também, em maior ou menor medida, para todo o mundo árabe. Quando as mulheres mudam, tudo muda; e as mulheres do mundo muçulmano estão mudando radicalmente” (Naomi Wolf).

A transformação educativa nos últimos 50 anos é um importante fator que explica o protagonismo político das mulheres. Em muitos países, há mais mulheres que homens no ensino secundário e superior [3]. De acordo com o último informe das Nações Unidas sobre desenvolvimento humano no mundo árabe, em média 59,4% das mulheres árabes receberam uma educação formal. O mesmo informe destaca que existem diferenças muito grandes entre os diferentes países da região. No Marrocos, por exemplo, 60% das mulheres são analfabetas[4].
Soma-se a isso, uma mudança no núcleo da família. As mulheres estão se casando mais velhas, o uso de contraconceptivos está crescendo e a taxa de natalidade está caindo. O aumento da participação das mulheres no mercado de trabalho também vem as inserindo cada vez mais na esfera pública. Neste sentido, as mudanças políticas vêm acarretando importantes mudanças nas relações sociais, principalmente no que se refere às relações de gênero.
Mas ainda existem muitos desafios para essas mulheres. O estereótipo do mundo ocidental segue muito sólido. Na França, a proibição do uso da burca, mais um sinal de intolerância travestido de libertação com um quê de xenofobismo, joga para o âmbito do privado a suposta opressão das mulheres islâmicas sem nenhum diálogo [5], já que só é permitido a essas mulheres usarem a burca dentro de suas casas. Ao mesmo tempo, na Tunísia, a proibição do uso do “hijab” cai. Em um acordo raro entre líderes islâmicos e associações feministas, ambos concordaram que as restrições ao uso do pano islâmico na cabeça deviam acabar [6].
Sem dúvida as revoluções árabes estão mudando a vida do povo. As quedas de Murabak e Ben Ali, no Egito e na Tunísia, atearam fogo na região. E as conseqüências ainda são imprevisíveis. Diversos países estão seguindo o exemplo e levantes são noticiados diariamente na mídia. No entanto, qual é o futuro para as mulheres nestes países? As revolucionárias estarão presentes na nova configuração de poder?
Muitos desafios estão postos. Muitos acham que após a queda dos ditadores as mulheres devem voltar para suas casas. Outros acreditam que a luta das mulheres pode dividir o movimento. Outros ainda afirmam que as mulheres não têm capacidade para governar. Mas, na realidade, elas, que antes se viam restritas ao espaço doméstico e não pertencentes ao espaço público, passaram a se enxergar, depois da revolução, como agentes políticos. Nem mulheres nem homens voltarão iguais para casa.
“Ella es de las que, pese a los temores, piensa que con la revolución política llegarán también los cambios sociales. “La liberación de los hombres está íntimamente ligada a la de las mujeres. Durante una revolución, la gente se transforma por el camino”, piensa El Baz”.
Mulheres e homens têm seus papéis determinados de forma específica não só no mundo árabe, mas na nossa sociedade também. O que observamos, portanto, é que a construção social do feminino e do masculino, atribuindo-lhes características distintas, construídas socialmente e que são colocadas como naturais, também se transforma em barreira para nossa atuação em espaços públicos e de organização. Por isso que é tão importante que existam mulheres que sejam figuras públicas na política invertendo essa lógica que nos é imposta.
Na Tunísia a revolução prossegue. As mulheres organizadas já obtiveram uma importante vitória. Nas próximas eleições para a assembléia constituinte, as listas de candidatos contarão com o mesmo número de mulheres e homens e serão compostas alternando entre os dois sexos nas primeiras eleições democráticas depois de 55 anos. A legislação eleitoral da Tunísia é fruto das lutas na rua. Em pouco tempo, em uma dinâmica extraordinária, podemos dizer que está mais avançada que a legislação do nosso próprio país. Neste sentido cabe pensar como será importante a participação das mulheres nas discussões sobre reforma política em pauta no Brasil. Também é nossa luta reivindicar um processo democrático e participativo, na qual a representação das mulheres na vida política também seja assegurada.

Giulia Tadini é militante do Juntos! e diretora do DCE-Livre da USP

6 de jun. de 2011

Todo apoio aos bombeiros do Rio de Janeiro e a sua luta



Se tem algo que o movimento estudantil (ME) brasileiro pode se orgulhar é de sua presença nas grandes lutas nacionais, ao longo da história do Brasil. Assim foi quando o ME se fez presente na campanha "O Petroleo é nosso", na campanha pelas "Reformas de Base", na resistência contra a ditadura militar, na campanha pelas "Diretas já", "Fora Collor" e na luta contra as privatizações. 



Agora estamos diante de uma nova luta de dimensão nacional. A greve dos bombeiros do Estado do Rio de Janeiro trouxe à tona inúmeras contradições. Numa escala crescente de mobilização, a greve comoveu o país com a ocupação do do quartel, no último final de semana, mostrando a força e a unidade da luta dos trabalhadores como método de alcançar suas justas reivindicações.  Neste ano estamos assistindo importantes manifestações, lutas e greves de várias categorias de norte a sul do país, Os canteiros do PAC, especialmente em Jirau, se levantaram por melhores condições de trabalho e dignidade para o conjunto dos trabalhadores explorados naquelas condições. Também os professores, servidores públicos, a construção civil, rodoviários e ferroviários, se jogam para construir suas mobilizações. 




Os ventos que sopram do mundo também inspiram. Depois de grandes acontecimentos como derrubadas de ditadores no mundo árabe, a juventude européia toma novamente as praças, com o movimento dos "indignados" na Espanha, se alastrando por Portugal, e chegando com força à Grécia, onde a rotina de greves gerais leva a uma situação intensa de conflito social. 



Estes motivos nos levam a pensar que a vitória da greve dos bombeiros é estratégica. O governador Cabral, principal aliado do governo federal, reprimiu brutalmente o movimento, prendendo 439 ativistas, criminalizando o movimento e utilizando a TV para chamar os grevistas de "BANDIDOS". Além das balas de borracha, do gás lacrimogênio e do desrespeito, Cabral busca legitimidade para endurecer a negociação salarial, evitando que os bombeiros tenham aumento. 



Esta conjuntura coloca a luta num patamar superior. O ME tem que apoiar em todo o Brasil, de todas as formas, a luta dos bombeiros. Uma vitória desta categoria seria um sinal para todas as lutas sociais, para os trabalhadores do PAC, para os estudantes que lutam contra os altos preços das tarifas, contra os cortes de verbas na educação. A libertação dos presos políticos seria um sinal democrático contra a repressão aos ativistas em todo o país, fortaleceria a luta pela liberdade de expressão, contra os assassinatos no campo. Estamos numa encruzilhada. Para triunfar a luta dos bombeiros precisa de TODA a solidariedade. 



Convocamos todos estudantes brasileiros a participarem de iniciativas de todo o tipo: sejam presenciais, sejam em redes sociais.
Convocamos as entidades, movimentos, Centros e Diretórios Acadêmicos, Executivas de Cursos, a rechaçarem amplamente a prisão dos ativistas e denunciarem o caráter arbitrário das mesmas e do próprio governo Cabral.
É uma hora de decisão, não podemos hesitar. 



Quando perguntados, se apoiamos os bombeiros; podemos repetir: aqui está o MOVIMENTO ESTUDANTIL!

3 de jun. de 2011

Oposição de Esquerda garantiu 61% dos delegados para representar a UFPA no 52º CONUNE


             As eleições para escolher @s delegad@s que irão representar a UFPA no 52º CONUNE (julho/2011 - Goiania/GO) ocorreram no dia 02/06/11 e a Oposição de Esquerda saiu numa chapa unificada com o nome "Um convite à luta" Chapa 2, senda esta compostas pelos seguintes setores: Romper o Dia!, Vamos à luta e Consulta Popular, garantindo assim, 61% destes delegados para fortalecer o Movimento Estudantil e a luta.

30 de mai. de 2011

A População vai às ruas exigir a instalação de CPI na ALEPA

Segundo a PM, o ato do dia 28/05/11 (sábado) reuniu aproximadamente 15 mil pessoas nas ruas de Belém. A população esta cansada de tanta corrupção. Não dá mais para ficar calado!!

A nossa juventude esteve presente, confiram algumas de nossas fotos:







28 de mai. de 2011

Dom José Luiz Azcona, bispo do Marajó, declara seu apoio ao "Movimento pelo direito ao uso da água"



Clique na imagem para ampliar 



Carta aberta de Católicas pelo Direito de Decidir à Presidenta Dilma Rousseff sobre a polêmica criada em torno do kit anti-homofobia

Presidenta Dilma,


Estamos estarrecidas! A polêmica criada em torno do kit anti-homofobia e o recuo do governo federal ante as pressões vindas de alguns dos setores mais conservadores e preconceituosos da sociedade nos deixou perplexas. E temerosas do que se anuncia para uma sociedade que convive com os maiores índices de violência e crimes de morte cometidos contra pessoas lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e intersex (LGBTTI) do mundo. Temos medo de um retorno às trevas, senhora Presidenta, e não sem motivos.
A vitoriosa pressão contra o kit anti-homofobia da bancada religiosa, majoritariamente composta por conservadores evangélicos e católicos, em um momento em que denúncias de corrupção atingem o governo, traz de volta ao cenário político a velha prática de se fazer uso de direitos civis como moeda de troca. Trocam-se, mais uma vez, votos preciosos e silêncio conivente pelo apoio ao preconceito homofóbico que retira de quase vinte milhões de brasileiros e brasileiras o direito a uma vida sem violência e sem ódio. A dignidade e a vida de pessoas LGBTTI estão valendo muito pouco nesse mercado escuso da política do toma-lá-dá-cá, senhora Presidenta! E o compromisso com a verdade parece que nada vale também.
Presidenta, convenhamos, a senhora sabe que o kit anti-homofobia é um material educativo, que não tem por finalidade induzir jovens a se tornarem homossexuais, até mesmo porque isso é impossível, como tod@s sabemos. Não se induz ninguém a sentir amor ou desejo por outrem. Mas respeito, sim. E ódio também, senhora Presidenta... ódio é possível ensinar! Poderíamos olhar para trás e ver o ódio que a propaganda nazista induziu contra judeus, ciganos, homossexuais. Porém, infelizmente, não precisamos ir tão atrás no tempo. Temos terríveis exemplos recentes de agressões covardes e aviltantes a pessoas LGBTTI e o enorme índice de violência contra as mulheres acontecendo aqui mesmo, em nosso próprio país.
Quando a senhora afirma, legitimando os conservadores homofóbicos, que é contra a propaganda da "opção" sexual, faz parecer que alguém pode, de fato, "optar" por sentir esse ou aquele desejo. Amor, desejo, afeto não são opcionais, ninguém escolhe por quem se apaixona, senhora Presidenta! Mas se escolhe ferir, matar, humilhar.
Quando a senhora diz que todo material do governo que se refira a "costumes" deve passar por uma consulta a "setores interessados" da sociedade antes de serem publicados ou divulgados, como estampam hoje os jornais, ficamos ainda mais perplexas. De que "costumes" estamos falando, senhora Presidenta? E de que "setores interessados"? Não se trata de "costumes", mas de direitos de cidadania que estão sendo violados recorrentemente em nosso país e em nome de uma moral religiosa conservadora, patriarcal, misógina, racista e homofóbica. Trata-se de direitos humanos que são negados a milhões de pessoas em nosso país!
E "setores interessados", nesse caso, deveria significar a população LGBTTI e todas as forças democráticas do nosso país que não querem ter um governo preso a alianças políticas duvidosas, ainda mais com setores "interessados" em retrocessos políticos quanto aos direitos humanos da população brasileira.
O país que a senhora governa ratificou resoluções da ONU tomadas em grandes conferências internacionais, em Cairo (1994) e em Beijing (1995), comprometendo-se a trabalhar para que os direitos sexuais e os direitos reprodutivos sejam reconhecidos como direitos humanos. No entanto, até hoje pessoas LGBTTI morrem por não terem seus direitos garantidos. Mulheres morrem pela criminalização do aborto e pela violência de gênero.
Comemoramos quando uma mulher foi eleita ao cargo máximo de nosso país. Ainda mais porque, como boa parcela da sociedade, levantamos nossa voz contra o aviltamento do Estado laico, ao termos um uso perverso da religião nas campanhas eleitorais de 2010 para desqualificar uma mulher competente e com compromisso com a dignidade humana. Antes ainda, levantamos nossa voz a favor do III PNDH, seguras de que deveria ser um instrumento de aprofundamento do respeito aos direitos humanos em nosso país. Agora não temos o que comemorar, senhora Presidenta! Parece que o medo está, de novo, vencendo a verdade. E a dignidade.
Infelizmente, temos de - mais uma vez! - vir a público exigir que os princípios do Estado laico sejam cumpridos. Como a senhora bem sabe, a laicidade é essencial à democracia e não se dá pela simples imposição da vontade da maioria, pois isso resulta em desrespeito aos direitos humanos das minorias, sejam elas religiosas, étnico-raciais, de gênero ou orientação sexual. Não existe democracia se não forem respeitados os direitos humanos de todas as pessoas. Impor a crença religiosa de uma parcela da população ao conjunto da sociedade coloca em risco a própria democracia, já que os direitos humanos de diversos segmentos sociais estão sendo violados. Portanto, senhora Presidenta, não seja conivente! Não permita que alguns setores da sociedade façam do Estado laico um conceito vazio, um ideal abstrato.
Como Católicas pelo Direito de Decidir, repudiamos o uso das religiões neste contexto de manipulação política e afirmamos nosso compromisso com a laicidade do Estado, com a dignidade humana e nosso apoio ao uso do kit educativo pelo fim da homofobia nas escolas brasileiras.

5 de mai. de 2011

: :Representantes da comunidade acadêmica discutem medidas de segurança na UFPA

 



 

 

 

  

 

 

 

Um grupo formado por representantes do Diretório Central dos Estudantes (DCE), comissões de formatura e da segurança do Campus da Universidade Federal do Pará (UFPA) vai passar a acompanhar, desde o planejamento até o encerramento, as festas promovidas no Espaço Recreativo do Vadião, localizado no Campus da Universidade, no bairro Guamá, em Belém. A proposta foi feita pelo reitor Carlos Maneschy nesta quarta-feira, 4, em reunião com representantes da Administração Superior, docentes, técnicos e representantes do DCE, no auditório da Secretaria Geral da Reitoria. A ação começa a valer de imediato. O encontro foi solicitado pelo DCE e teve como pauta a questão da segurança do Campus Universitário do Guamá, principalmente nos dias de festas, que acontecem às quintas e sextas-feiras. 

Entre as medidas que ficaram definidas, estão o reforço no aparato de segurança nesses dois dias, a proibição de aparelhagens de som e a criação de uma comissão composta por representantes do DCE a qual atue em conjunto com a administração do Campus nas ações de segurança. “A reunião não era deliberativa, era apenas uma conversa, mas, ainda assim, conseguimos estabelecer algumas ações objetivas e práticas que vão ajudar a melhorar o problema da insegurança na Universidade”, afirmou o reitor da UFPA, Carlos Maneschy, ressaltando que as medidas de segurança devem ser pensadas “como um compromisso e uma responsabilidade de todos, e não apenas da Administração Superior, porque é um problema que atormenta toda a comunidade acadêmica.”

O diretor de Interiorização do DCE, Rodrigo Queiroz, também considerou a reunião positiva. “Agora, a comissão vai estar mais próxima para intervir na melhoria da utilização dos espaços. Vamos verificar de que forma a gente pode trabalhar não só a segurança dentro do Campus, mas também fora dele.”

Outro encaminhamento da reunião foi a construção de um plano de segurança permanente para o Campus, o qual deverá ser discutido entre os representantes do movimento estudantil e a direção da segurança da Universidade.

Também participaram do encontro os pró-reitores de Planejamento (Proplan), Erick Pedreira; de Pesquisa e Pós-Graduação (Propesp), Emmanuel Tourinho; de Extensão (Proex), Fernando Arthur Neves; de Administração, Edson Ortiz, além do diretor de Segurança, Paulo Sette Câmara Filho; e da diretora geral da Adufpa, professora Rosimê Meguins.

Texto: Ericka Pinto – Assessoria de Comunicação da UFPA
Foto: Karol Khaled

29 de abr. de 2011

Ato UFCSPA Ficha Limpa!

                                                 

O que acontece na UFCSPA ?

O Movimento UFCSPA Ficha Limpa nasceu para juntar todos os estudantes, técnicos administrativos e professores que não aceitam mais o reinado de Miriam. Uma iniciativa na defesa da nossa Universidade, que não pode ter sua imagem destruída pelas ações criminosas de uma pessoa. A Ré(itora) Miriam foi condenada pela Justiça Federal a mais de 8 anos de detenção e pagamento de indenização à UFCSPA de R$ 10 mil reais, além de 10 dias-multa no valor de 5 salários mínimos. Ela foi denunciada pelo Ministério Público por fracionamento e dispensa irregular de licitação em 47 ocasiões, além de direcionar o processo licitatório em duas ocasiões. Miriam foi condenada pela juíza federal na primeira instância e ainda pode recorrer, mas entendemos que sendo ré do processo, não tem mais condições morais e políticas para continuar exercendo o cargo de Reitora. Além disso, por ser investigada, não pode ficar em contato com as evidências e testemunhas.

Exigimos o imediato afastamento de Miriam da UFCSPA e explicações da universidade à comunidade acadêmica!

Defender a UFCSPA é ser contra a corrupção! Defender a UFCSPA é exigir transparência! Defender a UFCSPA é ser UFCSPA Ficha Limpa!



Ato UFCSPA Ficha Limpa!
Dia: 29/04 ;  Hora: 12h
Local: Escadaria da UFCSPA